sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Ambitus Ficticius (o clichê do poetiso)

O calor infernal afeta os pensamentos de uma pessoa sã...

Eis que surge a tal baboseira:

"De longe vejo o peixe-voador,
voa como pássaro, avião mostrando a cor´.
Já seu lado peixe, nada como tal.
Nada ou tudo vê as coisas sempre igual.
Ficção criativa, ficção. Porque não?

A altura cai na cachoeira.
Cai o nosso peixe, com asas da informação,
como um remédio desce a garganta.
Ficção criativa. Pois sim, pois não.

De que adianta ser peixe-voador
se com tanta informação não consegue nem voar?
O peso desigual da manipulação.
Criativa você sabe oquê, nosso peixe vai aguentar?

Rola a info, afoga o peixe na pressa,
fugindo dos inúteis, pescadores da mídia impressa.
No fim, o remédio não parece ter resolvido
a crise, a abstinência, fome ou qualquer outro conflito.

Ficção criativa, vista por ambição televisiva."





Salve. Além.


"o metrô parou/o metro aumentou/tenho medo de termômetro."

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