quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

ComputaDOR.

Duas da manhã de uma quinta-feira cinza.

Ligo a porra do itunes(cade o rádio?).

Pequena, em letras.Palavras do amanhã de hoje.


"
O que você tem de maior valor?
Aposto que é a porra do computador.
Conectividade no espaço. Espaço privado.
Internet e rotina agora andam lado-a-lado.
Vejas bem falam da globalização que vem...
Já diria o Planeta: querem nos limitar de ir mais além.
Para com essa merda, faça a ruptura. Sim para mais cultura!
Planeta diz: a minha segurança eu faço na cintura!
Fica ai no meio toda a dedicatória
da vitória, de um hipocrita, sim.
Pois me escrevo e aqui estou
em letras no que faz mal para mim.
Computador de merda."

Ao som de:
PLANETA!


no duro.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Ambitus Ficticius (o clichê do poetiso)

O calor infernal afeta os pensamentos de uma pessoa sã...

Eis que surge a tal baboseira:

"De longe vejo o peixe-voador,
voa como pássaro, avião mostrando a cor´.
Já seu lado peixe, nada como tal.
Nada ou tudo vê as coisas sempre igual.
Ficção criativa, ficção. Porque não?

A altura cai na cachoeira.
Cai o nosso peixe, com asas da informação,
como um remédio desce a garganta.
Ficção criativa. Pois sim, pois não.

De que adianta ser peixe-voador
se com tanta informação não consegue nem voar?
O peso desigual da manipulação.
Criativa você sabe oquê, nosso peixe vai aguentar?

Rola a info, afoga o peixe na pressa,
fugindo dos inúteis, pescadores da mídia impressa.
No fim, o remédio não parece ter resolvido
a crise, a abstinência, fome ou qualquer outro conflito.

Ficção criativa, vista por ambição televisiva."





Salve. Além.


"o metrô parou/o metro aumentou/tenho medo de termômetro."

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Pratododia minhocas

Um rápido rabisco em uma rápida aula qualquer:


'O gramado esverde minha cabeça grande e minha nuca careca. Subo no balanço e chamo qualquer estranho para me ajudar. Sempre almeijei chegar na lua sabia? Quem sabe se empurrasse com mais força...
O parquinho da rua doze sempre me agradou muito. Seu criador fora um bombeiro aposentado (nossa, eu sempre quise ser bombeiro), criador este que morreu sei lá doque, sei lá quando. Sua filha é minha conhecida. Cria-a-dor da separação.
Acho que talvez, quem sabe, eu goste dessa menina (quem nunca quis estar apaixonado), ou não. Acho que nosso casamento da casa da árvore já está desgastado. Quem sabe não é a falta de sexo? (Sempre ouço isso na TV). Minha mãe me disse que é um tipo de torta, sei lá.
Apesar de mil pesares eu sempre gostei de caçar minhocas. É muito mais difícil que achar o Wally naqueles livros estúpidos, aliás, eu odeio livros (quanta blasfêmia!). Principalmente aqueles em que os desenhos saem da página. Livro bom é quadrinho (meu maior sonho sempre foi ser desenhista).
Voltando para as minhocas, eu sou o cara que mais come minhocas no parque depois de um amigo meu, mais não me importo, afinal o babaca fala tanta asneira que é melhor encher sua boca de minhoca, ou qualquer coisa."


Memórias do inexistente.